Pós-Graduação reconhecida pelo MEC · 520h · 18 meses · Aulas ao vivo online (com gravação para rever)
Pós-Graduação reconhecida pelo MEC · 520h · 18 meses · Aulas ao vivo online (com gravação para rever)
Pós-graduação em Neuropsicologia com prática clínica supervisionada: aplicação e correção de instrumentos, avaliação completa e elaboração de laudos, com corpo docente nomeado e atuante. Há quase duas décadas formando psicólogos para atuar com segurança técnica.
Pós-graduação em Neuropsicologia com prática clínica supervisionada desde os primeiros encontros: aplicação e correção de instrumentos, avaliação completa e elaboração de laudos, com corpo docente nomeado e atuante. Há quase duas décadas formando psicólogos para atuar com segurança técnica.
+ 20 Turmas
Próxima turma: agosto/2026
Aulas ao vivo online
520 horas I 18 meses
Supervisão para valer para te tornar uma Neuropsicóloga de verdade.
Sobre a Pós-Graduação: Diretora Janaína Siqueira
METODOLOGIA NEISME
METODOLOGIA NEISME
Aqui, prática supervisionada não é um item de ementa, é o eixo da sua formação. Não é supervisão pontual no fim do curso: é acompanhamento contínuo, desde os primeiros encontros.
Aqui, prática supervisionada não é um item de ementa, é o eixo da sua formação. Não é supervisão pontual no fim do curso: é acompanhamento contínuo, desde os primeiros encontros.
Os principais testes da avaliação neuropsicológica, sob orientação direta.
SUPERVISÃO CLÍNICA
Casos reais, do planejamento à devolutiva, com retorno individualizado.
SUPERVISÃO CLÍNICA
Você escreve, recebe revisão do corpo docente, ajusta e aprende o raciocínio clínico.
SUPERVISÃO CLÍNICA
QUEM VAI ENSINAR
QUEM VAI ENSINAR
Alessandra Ghinato Mainieri
RWTH UNIVERSITY
Alessandra Ghinato Mainieri
RWTH UNIVERSITY
Alexandre de
Rezende
UFJF
Alexandre de Rezende
UFJF
Deivid Sampaio e
Juliana Ventura
UFMG
Deivid Sampaio e Juliana Ventura
UFMG
Camila
Ferreira
FMUSP
Camila Ferreira
FMUSP
Sabrina
Gomes
UFSJ/UFJF
Sabrina Gomes
UFSJ/UFJF
Rachel Elisa
de Paiva
FCMMG/UFMG
Rachel Elisa de Paiva
FCMMG/UFMG
Cristiane
Guedes
UFJF
Cristiane Guedes
UFJF
Maritza
Breder
UFJF
Maritza Breder
UFJF
POR QUE ESTA PÓS-GRADUAÇÃO
POR QUE ESTA PÓS-GRADUAÇÃO
Supervisão clínica contínua
Acompanhamento individualizado em casos reais, do primeiro contato ao laudo final.
Prática intensiva de instrumentos
Aplicação e correção dos principais testes de avaliação.
Avaliação completa,
ponta a ponta
Do caso à devolutiva, supervisão em cada etapa.
Laudos com revisão docente
Você escreve, recebe feedback, ajusta e aprende o raciocínio por trás de cada laudo.
Corpo docente atuante
Profissionais em plena atividade clínica, com casos e experiências reais a serem estudadas em aula.
Reconhecimento MEC
Formação com validade em todo o território nacional e respaldo científico.
O QUE VOCÊ VAI DESENVOLVER
O QUE VOCÊ VAI DESENVOLVER
Domínio do fluxo completo de uma avaliação neuropsicológica — da escolha dos instrumentos à redação do laudo.
Feedback individualizado sobre seus casos ainda durante a formação — não só ao final
Critério clínico desenvolvido junto de profissionais que atuam na prática
Repertório técnico para conduzir avaliações com responsabilidade e fundamentação.
21 disciplinas em 520 horas — conheça cada uma · Clique no +
Caracteriza o campo da neuropsicologia e da neurociência e reconstrói seu percurso histórico. Parte da psicologia fisiológica da Antiguidade, com Alcmeão, Platão, Aristóteles e Galeno, passa pela modernidade de Descartes, Helmholtz, Weber, Fechner e Wundt e chega aos grandes marcos do século XX: o estudo das afasias e o localizacionismo de Broca e Wernicke, a Gestalt, o conceito de funções corticais superiores, as montagens neurais propostas por Donald Hebb em 1949 e os estudos de secção do corpo caloso de Sperry. A disciplina discute ainda a neuropsicologia depois da revolução cognitiva de 1960, os aspectos metodológicos da neurociência e o RDoC.
A segunda ênfase é aplicada. Trata dos objetivos e dos modelos de avaliação neuropsicológica e dos fundamentos de psicometria e estatística que sustentam a avaliação, como os escores padronizados, as faixas de desempenho, a amostragem, as medidas de tendência central e a distribuição normal. Casos clínicos ilustram esse conteúdo.
No bloco de neuroanatomia, a disciplina trata do desenvolvimento embrionário do sistema nervoso. Percorre os eventos do desenvolvimento, como a proliferação, a migração, a sinaptogênese, a morte celular e a plasticidade, e trata dos cortes e planos anatômicos, do sistema ventricular, das meninges e dos lobos, sulcos e giros. Fecha com a organização do córtex e suas áreas motoras, somatossensoriais, visuais, auditivas e de associação.
No bloco de neurofisiologia, aborda a célula nervosa e a neuroglia, a estrutura do neurônio e os tipos de sinapse. Um material complementar, intitulado “Neuromitos”, discute e desfaz crenças populares sobre o cérebro, como o efeito Mozart, o uso de apenas 10 por cento do cérebro e a lateralização hemisférica, entre outras.
Define o desenvolvimento como o conjunto de processos de interação entre o indivíduo e o ambiente que produz continuidades e mudanças ao longo da vida. Justifica seu estudo pela distinção entre desenvolvimento típico e atípico e pela importância da identificação e da intervenção precoces.
A disciplina percorre as teorias do desenvolvimento, das concepções históricas da Idade Média e de autores como Locke, Rousseau, Darwin e Preyer às abordagens normativas de Gesell, às teorias psicanalíticas de Freud e Erikson, às comportamentais de Watson, Skinner e Bandura e às cognitivas. Todas elas são articuladas à prática da avaliação neuropsicológica infantil.
Aborda o desenvolvimento humano à luz das neurociências e os marcadores da transição para a vida adulta. Apresenta os modelos do desenvolvimento psicossocial do adulto e discute por que estudar o envelhecimento importa, num contexto de sociedade que envelhece e de busca por qualidade de vida, ajudando a desconstruir estereótipos sobre a velhice.
A disciplina trata das principais psicopatologias da vida adulta e da terceira idade, entre elas os Transtornos Neurocognitivos do DSM-5, com o delirium e a distinção entre o Transtorno Neurocognitivo Maior e o Leve. A bibliografia de referência inclui Papalia e Martorell, Malloy-Diniz, Fuentes e Cosenza, na neuropsicologia do envelhecimento, e Caixeta e Teixeira, na neuropsicologia geriátrica.
Organiza-se em quatro eixos: o histórico e os modelos das funções executivas (FE), seus correlatos anatômicos e estruturais, seus mecanismos neurofuncionais e as principais patologias associadas.
A disciplina aborda os quatro modelos das FE, o neuropsicológico, o cognitivista, o psicométrico e o desenvolvimentista, com base em Uehara, Charchat-Fichman e Landeira-Fernandez, de 2013. Trata dos circuitos frontoestriatais e da neurotransmissão, com destaque para o papel da dopamina, sobretudo no circuito pré-frontal dorsolateral, do desenvolvimento das FE ao longo do ciclo vital e da avaliação das FE como marcador para o diagnóstico diferencial.
Aborda os correlatos estruturais e neurofuncionais envolvidos na aquisição e no desenvolvimento da linguagem e da comunicação. Parte da distinção entre comunicação, linguagem e fala e apresenta os aspectos pragmáticos, semânticos e formais. Trata dos precursores do desenvolvimento, como o contato visual, a atenção compartilhada, a troca de turnos, o jogo simbólico e a teoria da mente, e passa às bases anatomofisiológicas, às áreas cerebrais da linguagem, como Broca, Wernicke e o giro angular, e ao papel do processamento auditivo.
A disciplina percorre os marcos do desenvolvimento por faixa etária e diferencia o atraso simples de linguagem do Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL/DEL). Trata dos distúrbios adquiridos, entre eles as afasias de causa vascular, tumoral, traumática e demencial, do desdobramento para a dislexia e os transtornos de aprendizagem e dos impactos que o uso excessivo de telas provoca no desenvolvimento infantil.
Trata dos neurocorrelatos funcionais e estruturais da atenção e da memória. Define a atenção como um mecanismo de seleção e modulação de informações e detalha seus tipos, do estado de alerta e vigília à atenção sustentada, seletiva e dividida ou alternada, junto dos mecanismos bottom-up e top-down.
Em seguida, a disciplina integra a atenção à memória e à memória de trabalho, com seu executivo central, sua alça fonológica e seu esboço visuoespacial, e aos diferentes sistemas de memória: a episódica, a semântica, a perceptiva e a de habilidades motoras.
Discute a neurofisiologia dos transtornos mentais e sua importância na formação do neuropsicólogo. Parte dos princípios básicos, como o componente genético, a influência ambiental e o papel do aprendizado, e da neuroanatomia, tratando das funções dos lobos frontais, temporais, parietais e occipitais, da ínsula e do sistema límbico, com a amígdala, o hipocampo, o cíngulo e o hipotálamo, na regulação das emoções, da memória e do comportamento. A disciplina detalha ainda os principais neurotransmissores: dopamina, noradrenalina, serotonina, acetilcolina, histamina, GABA e glutamato.
Sobre essa base, a disciplina percorre as bases biológicas dos principais quadros: as demências, com destaque para a Doença de Alzheimer, a esquizofrenia, os transtornos do humor, os transtornos de ansiedade, entre eles o pânico, o TAG, o TEPT e a ansiedade social, o TOC, o TDAH, os transtornos alimentares e os transtornos relacionados ao uso de substâncias.
Aborda o quadro clínico e os comprometimentos cognitivos e emocionais que acompanham diferentes condições neurológicas em adultos e idosos. Trata do Acidente Vascular Cerebral, isquêmico e hemorrágico, com seus déficits de memória, atenção, linguagem e funções executivas e quadros como negligência, apraxia e agnosia, e segue pelo Traumatismo Cranioencefálico, pela Epilepsia, pela Esclerose Múltipla e pela Doença de Parkinson.
Uma parte central da disciplina se dedica ao envelhecimento e às demências. Trata do declínio cognitivo, do Comprometimento Cognitivo Leve como transição entre a cognição normal e a demência, da Doença de Alzheimer, com seus critérios diagnósticos e o rastreio pelo Mini Exame do Estado Mental, e do conceito de reserva cognitiva, ligado à escolaridade, à ocupação e às atividades de lazer.
Trata do uso de escalas e inventários, um dos quatro pilares da avaliação neuropsicológica, ao lado da entrevista clínica, da observação e dos testes e tarefas. Aborda a fundamentação psicométrica em seus vários aspectos e apresenta também os tipos de diagnóstico em neuropsicologia: o funcional, o topográfico, o nosológico e o ecológico.
A parte aplicada organiza os instrumentos por faixa etária e apresenta escalas específicas, como o IDADI, a Bayley III, o Denver II, o Portage, a ASRS-18 para TDAH, a Vineland, o Questionário de Falhas Cognitivas, a EPF-TDAH, a Bateria Fatorial de Personalidade, a SRS-2 e o Perfil Sensorial, além de escalas geriátricas como o Mini Exame do Estado Mental, a Escala de Depressão Geriátrica, o GAI e o Exame Cognitivo de Addenbrooke.
Situa os transtornos do neurodesenvolvimento como um grupo de condições que se instalam no período do desenvolvimento, com déficits cognitivos e adaptativos e excessos comportamentais que trazem prejuízo funcional, na definição de Mecca, Carreiro e Macedo, de 2022. O Transtorno do Espectro Autista é tratado em profundidade. A disciplina discute sua caracterização, marcada por déficits persistentes de comunicação e interação social e por padrões restritos e repetitivos. Aborda ainda os sinais precoces e preditores, como a atenção compartilhada, a imitação e a brincadeira simbólica, e um amplo repertório de instrumentos: AOSI, M-CHAT-R/F, PROTEA-R, CARS-2, SRS-2, Escala Labirinto, BINAUT, o ADOS-2, considerado padrão ouro, o ADI-R e o SSRS, sem esquecer a avaliação qualitativa do brincar.
O TDAH é trabalhado a partir dos critérios diagnósticos dos manuais internacionais, o DSM-5-TR e a CID-11, e dos principais achados neuropsicológicos, ligados à atenção e às funções executivas, sempre no âmbito do raciocínio clínico e do diagnóstico diferencial. Todo o processo reforça a centralidade da anamnese, além dos erros mais comuns de avaliação e das particularidades da avaliação de pré-escolares, feita brincando e organizada em torno dos cinco domínios do desenvolvimento, com instrumentos como a Bayley III, o IDADI, a Vineland-3, a ABAS-3, o CBCL e o TRIC.
Trata o Transtorno Específico de Aprendizagem como parte dos transtornos do neurodesenvolvimento. Aborda os critérios diagnósticos dos manuais internacionais, o DSM-5-TR e a CID-11, e os principais achados neuropsicológicos associados, nos campos da leitura, da escrita e do raciocínio matemático. A disciplina dá ênfase ao processo de investigação diagnóstica e à abordagem Response to Intervention (RTI) como apoio ao fechamento do diagnóstico.
No bloco de atenção, a disciplina parte da definição do conceito, na linha de William James, apresenta o modelo de redes atencionais e detalha os tipos de atenção: concentrada, seletiva, com seus processos bottom-up e top-down, dividida, alternada e sustentada. O raciocínio clínico ganha forte ênfase, com orientações práticas como avaliar cada processo de forma qualitativa e quantitativa, não avaliar a atenção em um único atendimento e recorrer a mais de um instrumento em sessões diferentes.
No bloco de funções executivas, apresenta os principais modelos teóricos, com destaque para Adele Diamond, de 2013, e para os três componentes centrais da abordagem: o controle inibitório, a memória operacional e a flexibilidade cognitiva. A disciplina detalha ainda instrumentos de avaliação, em especial o Teste Wisconsin de Classificação de Cartas (WCST) e o Teste dos Cinco Dígitos (FDT), com suas etapas e suas instruções de aplicação e correção.
Voltada à testagem neuropsicológica de linguagem e memória, a disciplina aborda as finalidades da testagem e as características de cada teste, ou seja, como se aplica, o que avalia e como se interpreta, além de suas limitações no raciocínio clínico e da importância de instrumentos padronizados e normatizados. Trata também dos tipos de memória.
No plano prático, trabalha instrumentos específicos: o RAVLT, para a memória declarativa episódica, o BAMS, para a memória semântica, o TEM-R-2, para a memória de reconhecimento, e o TEPIC-M-2, para a memória visual de curto prazo, além das tarefas de nomeação BNT-BR, adaptação do Boston Naming Test, e TIN, o Teste Infantil de Nomeação.
Enfoca a aplicação, a correção e a interpretação da Escala Wechsler de Inteligência para Crianças em sua quarta edição (WISC-IV), destinada a crianças e adolescentes de 6 anos a 16 anos e 11 meses. Recupera o histórico das escalas Wechsler, da Wechsler-Bellevue de 1939 à WISC-IV de 2003, apresenta a estrutura em quatro índices, o de Compreensão Verbal, o de Organização Perceptual, o de Memória Operacional e o de Velocidade de Processamento, e percorre os quinze subtestes, sempre reforçando que um escore isolado não fecha diagnóstico.
Na parte técnica, a disciplina detalha as regras de administração, como os itens de entrada por idade, a sequência inversa, as regras de interrupção, o tempo e a pontuação, e a correção passo a passo, que envolve a conversão de pontos brutos em ponderados, o cálculo dos índices e do QI Total, a análise de discrepâncias e a identificação de facilidades e dificuldades. Todo esse trabalho se apoia em protocolos preenchidos e em exercícios.
Dedica-se à aplicação e à correção da Escala de Inteligência Wechsler para Adultos em sua terceira edição (WAIS-III), na adaptação brasileira, voltada à faixa de 17 a 89 anos. O material é sobretudo prático e se concentra no protocolo de registro e na correção passo a passo a partir de casos clínicos reais.
A disciplina percorre os subtestes da WAIS-III, entre eles Vocabulário, Semelhanças, Aritmética, Dígitos, Informação, Compreensão, Sequência de Números e Letras, Completar Figuras, Códigos, Cubos, Raciocínio Matricial, Arranjo de Figuras, Procurar Símbolos e Armar Objetos, sem deixar de fora os procedimentos opcionais e a identificação de facilidades e dificuldades a partir das diferenças em relação à média.
Trata da entrevista clínica inicial e da documentação escrita dos achados na avaliação neuropsicológica infantil. No campo da anamnese, define a entrevista clínica e a classifica quanto à forma e quanto ao objetivo. Enfatiza o raciocínio clínico contínuo, o rapport, o cuidado com vieses e ganhos secundários e as técnicas de condução. A especificidade infantil aparece nos itens próprios da criança: história gestacional e neonatal, desenvolvimento neuropsicomotor, sono, alimentação, história escolar e de alfabetização, observação feita pelos informantes, em geral os pais, e queixas típicas, ligadas a comportamento, fala, aprendizagem e desenvolvimento motor.
Na elaboração de laudos, a disciplina se ancora na Resolução CFP 06/2019. Distingue as modalidades de documento, entre elas a declaração, o atestado, o relatório, o laudo e o parecer, diferencia o laudo do relatório, lembrando que só o laudo produz diagnóstico, e apresenta a estrutura obrigatória do documento: identificação, descrição da demanda, procedimento, análise, conclusão e referências. Trata ainda das regras formais, como a impessoalidade, a guarda por cinco anos, a redação clara e a referência ao paciente pelo nome.
Aborda a anamnese e a elaboração de laudos na avaliação neuropsicológica de adultos, levando em conta os aspectos do desenvolvimento e as normas éticas do CFP. Trabalha os princípios gerais da anamnese e o modo de conduzi-la na prática neuropsicológica.
Na parte de laudos, segue a Resolução CFP 06/2019 no que toca às modalidades de documento, à distinção entre laudo e relatório e à estrutura obrigatória do laudo neuropsicológico do adulto, que reúne identificação, demanda, procedimento, análise, conclusão e referências. Cobre ainda as regras formais de redação, a numeração e a rubrica das laudas e a guarda do documento.
Corresponde à participação passiva do módulo de supervisão. O aluno escuta e observa os casos apresentados pelos colegas nas supervisões telepresenciais, com foco na construção do raciocínio clínico e na articulação entre teoria e prática. É o momento de acompanhar a discussão de casos e as intervenções do supervisor, aprendendo com a experiência dos pares antes e durante a condução do próprio caso.
A supervisão é vivencial e colaborativa. Acontece em encontros quinzenais pelo Google Meet, de cerca de duas horas, com câmera aberta e presença mínima de 75 por cento em cada encontro, e exige participação ativa nas discussões dos colegas.
Reúne as duas primeiras fases sequenciais do módulo prático. Na Fase 1, de Aplicação Supervisionada, com doze semanas, o aluno define o plano de testagem no primeiro encontro e aplica os instrumentos sob direção real do supervisor, apresentando a cada semana seus avanços e ajustes. A avaliação usa até cerca de dez sessões e exige domínio dos manuais dos testes e uma observação comportamental cuidadosa, com envio obrigatório de relatórios semanais.
Na Fase 2, de Laudo Supervisionado, com oito semanas e iniciada após a aprovação na Fase 1, o laudo é elaborado junto com o supervisor, seguindo as normas do CFP na Resolução 06/2019. A avaliação considera a organização e a estrutura do documento, a riqueza de conteúdo e a clareza, o cumprimento dos prazos e a demonstração de raciocínio clínico. A entrega final é impressa, com as laudas rubricadas e a última página assinada e carimbada com o número do CRP.
É o estágio como um todo. Integra as fases anteriores e culmina na Fase 3, de Apresentação Oral do Laudo, no último encontro, em que o aluno apresenta e justifica os testes aplicados, a fundamentação teórica e as conclusões a que chegou. Exige inscrição no CRP e a escolha prévia do nicho de atuação, com crianças e adolescentes ou com adultos e idosos. O aluno prospecta os próprios pacientes ou os recebe por encaminhamento do Programa Social do NEISME, que pratica honorários sociais de até R$40 por sessão, e o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido é obrigatório.
Cada estagiário conduz o atendimento do próprio paciente, registra cada sessão em ata e prontuário na plataforma e é avaliado por assiduidade, qualidade do laudo, entrega regular de relatórios e desenvolvimento do raciocínio clínico. A base ética é central: a integração dos dados e o raciocínio clínico prevalecem sobre os escores, num princípio em que o julgamento clínico é soberano sobre os dados psicométricos. A falta de um único relatório semanal ou a reprovação do laudo final já implica refazer o módulo.
QUEM JÁ FEZ, CONTA
QUEM JÁ FEZ, CONTA
Na minha opinião a equipe é ótima, não deixa a desejar em nada, pois estão sempre prontos para nos atender em todos os quesitos. São atenciosos quando precisamos de algo, compreensivos em relação aos nosso pedidos.
Rafaela Machado
Ate o momento, estou satisfeita com a maioria das aulas sincronas e assincronas, bem como com os materiais disponibilizados. A organização e o conteúdo têm contribuído positivamente para a minha experiência de aprendizado.
Juliana Franco
Satisfeito com a disciplina Aplicação de WAIS, sempre bom ter pessoas qualificadas para falar sobre o assunto. De maneira geral, tenho ficado
bem grato e satisfeito com o conhecimento adquirido nas aulas.
Marlon Túlio
24x R$ 447 (650)
Condições até dia 10/09
Dúvidas sobre investimento? Fale com a coordenação no WhatsApp
Dúvidas sobre investimento?
Fale com a coordenação no WhatsApp
Sim. Desde os primeiros encontros você aplica e corrige instrumentos, conduz avaliações completas de casos reais e elabora laudos com feedback individualizado do corpo docente, etapa por etapa.
Sim. A pós-graduação é realizada em parceria com instituição de ensino superior credenciada pelo MEC, com certificação válida em todo o território nacional.
O corpo docente é formado por professores especialistas, mestres, doutores e profissionais com experiência prática em avaliação neuropsicológica, clínica, pesquisa e formação profissional.
Sim. A formação contempla aplicação, correção, interpretação de instrumentos e elaboração de laudos, sempre com orientação docente e foco na prática profissional.
As aulas são ao vivo, transmitidas online — com discussão de caso e dúvida na hora — e ficam gravadas para rever quando precisar.
A pós-graduação possui carga horária completa de 520 horas, distribuída ao longo da formação para contemplar conteúdos teóricos, práticos e supervisão clínica.
A próxima turma começa em agosto de 2026. Os valores estão acima nesta página, outras formas de pagamento e demais condições falee com a gente pelo WhatsApp.
Sim. A pós é destinada a psicólogos com graduação em Psicologia. Também pode atender estudantes em segunda graduação, conforme o caso — na dúvida, fale com a coordenação.
As aulas são ao vivo, transmitidas online, e ficam gravadas para rever quando precisar. Você acompanha de onde estiver, com discussão de caso e dúvida respondida na hora.
A habilitação para o uso de testes psicológicos é do psicólogo inscrito no CRP. A pós aprofunda a aplicação, a correção, a interpretação dos instrumentos e a elaboração do laudo neuropsicológico, com supervisão clínica.
Sim — a prática supervisionada é o eixo do curso, com Supervisão Clínica I, II e III, do primeiro ao último módulo, acompanhando casos reais da avaliação ao laudo.
Como funciona a supervisão clínica na pós em Neuropsicologia
Há quase 19 anos, o NEISME dedica-se à formação de profissionais de saúde. Esta pós-graduação reúne essa experiência, um corpo docente em atuação clínica e de pesquisa, o reconhecimento do MEC e a prática clínica supervisionada — da aplicação de testes ao laudo —, para você conduzir avaliações neuropsicológicas com segurança técnica e raciocínio clínico consistente.
DIRETORA e COORDENADORA
PALAVRA DA DIRETORA
Janaína Siqueira é psicóloga, doutora em Saúde Brasileira pelo NUPES/UFJF e diretora do NEISME. Atua há anos na formação de profissionais da saúde, com experiência na construção de programas educacionais que integram rigor científico, prática supervisionada e desenvolvimento de competências clínicas.
Janaína Siqueira é psicóloga, doutora em Saúde Brasileira pelo NUPES/UFJF e diretora do NEISME. Atua há anos na formação de profissionais da saúde, com experiência na construção de programas educacionais que integram rigor científico, prática supervisionada e desenvolvimento de competências clínicas.
Sob sua direção, a Pós-graduação em Neuropsicologia é estruturada para proporcionar uma formação sólida e aplicada, unindo conhecimentos atualizados sobre avaliação neuropsicológica, treinamento em instrumentos, análise de casos reais e supervisão especializada. O objetivo é preparar profissionais para realizar avaliações com segurança técnica, raciocínio clínico consistente e atuação fundamentada em evidências científicas.
Pós-Graduação em Neuropsicologia · Reconhecida pelo MEC
Pós-Graduação em Neuropsicologia · Reconhecida pelo MEC
© NEISME. Conteúdo informativo e de formação profissional; não há promessa de cura ou de resultado clínico, profissional ou financeiro.
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