Pós-graduação em Neuropsicologia online ao vivo do NEISME

Pós-Graduação reconhecida pelo MEC · 520h · 18 meses · Aulas ao vivo online (com gravação para rever)

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Pós-Graduação em Neuropsicologia, Ao Vivo e online com Supervisão de Verdade

Pós-Graduação em Neuropsicologia, Ao Vivo e online com Supervisão de Verdade





Pós-graduação em Neuropsicologia com prática clínica supervisionada: aplicação e correção de instrumentos, avaliação completa e elaboração de laudos, com corpo docente nomeado e atuante. Há quase duas décadas formando psicólogos para atuar com segurança técnica.


Pós-graduação em Neuropsicologia com prática clínica supervisionada desde os primeiros encontros: aplicação e correção de instrumentos, avaliação completa e elaboração de laudos, com corpo docente nomeado e atuante. Há quase duas décadas formando psicólogos para atuar com segurança técnica.

+ 20 Turmas

Próxima turma: agosto/2026

Aulas ao vivo online

520 horas I 18 meses

Supervisão para valer para te tornar uma Neuropsicóloga de verdade.

Quero conhecer a supervisão de verdade


Sobre a Pós-Graduação: Diretora Janaína Siqueira


METODOLOGIA NEISME


METODOLOGIA NEISME

Como funciona a supervisão clínica na pós em Neuropsicologia

Aqui, prática supervisionada não é um item de ementa, é o eixo da sua formação. Não é supervisão pontual no fim do curso: é acompanhamento contínuo, desde os primeiros encontros.

Aqui, prática supervisionada não é um item de ementa, é o eixo da sua formação. Não é supervisão pontual no fim do curso: é acompanhamento contínuo, desde os primeiros encontros.


Aplica e corrige instrumentos


Os principais testes da avaliação neuropsicológica, sob orientação direta.


SUPERVISÃO CLÍNICA

Conduz avaliação completa


Casos reais, do planejamento à devolutiva, com retorno individualizado.


SUPERVISÃO CLÍNICA

Elabora laudos com feedback


Você escreve, recebe revisão do corpo docente, ajusta e aprende o raciocínio clínico.


SUPERVISÃO CLÍNICA



QUEM VAI ENSINAR


QUEM VAI ENSINAR

Corpo docente: Profissionais que atendem, pesquisam e ensinam

Nossos professores: referências nacionais e internacionais

Clínicos com produção científica e atuação reconhecida em Neuropsicologia.
Alessandra Ghinato Mainieri, professora da Pós em Neuropsicologia do NEISME

Alessandra Ghinato Mainieri


RWTH UNIVERSITY

Alessandra Ghinato Mainieri


RWTH UNIVERSITY

Alexandre de Rezende, professor da Pós em Neuropsicologia do NEISME

Alexandre de

Rezende


UFJF

Alexandre de Rezende


UFJF

Deivid Sampaio e Juliana Ventura, professores da Pós em Neuropsicologia do NEISME

Deivid Sampaio e

Juliana Ventura


UFMG

Deivid Sampaio e Juliana Ventura


UFMG

Camila Ferreira, professora da Pós em Neuropsicologia do NEISME

Camila

Ferreira


FMUSP

Camila Ferreira


FMUSP

Sabrina Gomes, professora da Pós em Neuropsicologia do NEISME

Sabrina

Gomes


UFSJ/UFJF

Sabrina Gomes


UFSJ/UFJF

Rachel Elisa de Paiva, professora da Pós em Neuropsicologia do NEISME

Rachel Elisa

de Paiva


FCMMG/UFMG

Rachel Elisa de Paiva


FCMMG/UFMG

Cristiane Guedes, professora da Pós em Neuropsicologia do NEISME

Cristiane

Guedes


UFJF

Cristiane Guedes


UFJF

Maritza Breder, professora da Pós em Neuropsicologia do NEISME

Maritza

Breder


UFJF

Maritza Breder


UFJF


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POR QUE ESTA PÓS-GRADUAÇÃO


POR QUE ESTA PÓS-GRADUAÇÃO

Diferenciais da pós em Neuropsicologia do NEISME

Diferenciais da pós em Neuropsicologia do NEISME

Supervisão clínica contínua

Acompanhamento individualizado em casos reais, do primeiro contato ao laudo final.

Prática intensiva de instrumentos

Aplicação e correção dos principais testes de avaliação.

Avaliação completa,

ponta a ponta

Do caso à devolutiva, supervisão em cada etapa.

Laudos com revisão docente

Você escreve, recebe feedback, ajusta e aprende o raciocínio por trás de cada laudo.

Corpo docente atuante

Profissionais em plena atividade clínica, com casos e experiências reais a serem estudadas em aula.

Reconhecimento MEC

Formação com validade em todo o território nacional e respaldo científico.

O QUE VOCÊ VAI DESENVOLVER

O QUE VOCÊ VAI DESENVOLVER

O que você vai aprender na avaliação neuropsicológica

O que você vai aprender na avaliação neuropsicológica

Domínio do fluxo completo de uma avaliação neuropsicológica — da escolha dos instrumentos à redação do laudo.

Feedback individualizado sobre seus casos ainda durante a formação — não só ao final

Critério clínico desenvolvido junto de profissionais que atuam na prática

Repertório técnico para conduzir avaliações com responsabilidade e fundamentação.


VEJA AS DISCIPLINAS DO CURSO

21 disciplinas em 520 horas — conheça cada uma · Clique no +

Caracteriza o campo da neuropsicologia e da neurociência e reconstrói seu percurso histórico. Parte da psicologia fisiológica da Antiguidade, com Alcmeão, Platão, Aristóteles e Galeno, passa pela modernidade de Descartes, Helmholtz, Weber, Fechner e Wundt e chega aos grandes marcos do século XX: o estudo das afasias e o localizacionismo de Broca e Wernicke, a Gestalt, o conceito de funções corticais superiores, as montagens neurais propostas por Donald Hebb em 1949 e os estudos de secção do corpo caloso de Sperry. A disciplina discute ainda a neuropsicologia depois da revolução cognitiva de 1960, os aspectos metodológicos da neurociência e o RDoC.

A segunda ênfase é aplicada. Trata dos objetivos e dos modelos de avaliação neuropsicológica e dos fundamentos de psicometria e estatística que sustentam a avaliação, como os escores padronizados, as faixas de desempenho, a amostragem, as medidas de tendência central e a distribuição normal. Casos clínicos ilustram esse conteúdo.

No bloco de neuroanatomia, a disciplina trata do desenvolvimento embrionário do sistema nervoso. Percorre os eventos do desenvolvimento, como a proliferação, a migração, a sinaptogênese, a morte celular e a plasticidade, e trata dos cortes e planos anatômicos, do sistema ventricular, das meninges e dos lobos, sulcos e giros. Fecha com a organização do córtex e suas áreas motoras, somatossensoriais, visuais, auditivas e de associação.

No bloco de neurofisiologia, aborda a célula nervosa e a neuroglia, a estrutura do neurônio e os tipos de sinapse. Um material complementar, intitulado “Neuromitos”, discute e desfaz crenças populares sobre o cérebro, como o efeito Mozart, o uso de apenas 10 por cento do cérebro e a lateralização hemisférica, entre outras.

Define o desenvolvimento como o conjunto de processos de interação entre o indivíduo e o ambiente que produz continuidades e mudanças ao longo da vida. Justifica seu estudo pela distinção entre desenvolvimento típico e atípico e pela importância da identificação e da intervenção precoces.

A disciplina percorre as teorias do desenvolvimento, das concepções históricas da Idade Média e de autores como Locke, Rousseau, Darwin e Preyer às abordagens normativas de Gesell, às teorias psicanalíticas de Freud e Erikson, às comportamentais de Watson, Skinner e Bandura e às cognitivas. Todas elas são articuladas à prática da avaliação neuropsicológica infantil.

Aborda o desenvolvimento humano à luz das neurociências e os marcadores da transição para a vida adulta. Apresenta os modelos do desenvolvimento psicossocial do adulto e discute por que estudar o envelhecimento importa, num contexto de sociedade que envelhece e de busca por qualidade de vida, ajudando a desconstruir estereótipos sobre a velhice.

A disciplina trata das principais psicopatologias da vida adulta e da terceira idade, entre elas os Transtornos Neurocognitivos do DSM-5, com o delirium e a distinção entre o Transtorno Neurocognitivo Maior e o Leve. A bibliografia de referência inclui Papalia e Martorell, Malloy-Diniz, Fuentes e Cosenza, na neuropsicologia do envelhecimento, e Caixeta e Teixeira, na neuropsicologia geriátrica.

Organiza-se em quatro eixos: o histórico e os modelos das funções executivas (FE), seus correlatos anatômicos e estruturais, seus mecanismos neurofuncionais e as principais patologias associadas.

A disciplina aborda os quatro modelos das FE, o neuropsicológico, o cognitivista, o psicométrico e o desenvolvimentista, com base em Uehara, Charchat-Fichman e Landeira-Fernandez, de 2013. Trata dos circuitos frontoestriatais e da neurotransmissão, com destaque para o papel da dopamina, sobretudo no circuito pré-frontal dorsolateral, do desenvolvimento das FE ao longo do ciclo vital e da avaliação das FE como marcador para o diagnóstico diferencial.

Aborda os correlatos estruturais e neurofuncionais envolvidos na aquisição e no desenvolvimento da linguagem e da comunicação. Parte da distinção entre comunicação, linguagem e fala e apresenta os aspectos pragmáticos, semânticos e formais. Trata dos precursores do desenvolvimento, como o contato visual, a atenção compartilhada, a troca de turnos, o jogo simbólico e a teoria da mente, e passa às bases anatomofisiológicas, às áreas cerebrais da linguagem, como Broca, Wernicke e o giro angular, e ao papel do processamento auditivo.

A disciplina percorre os marcos do desenvolvimento por faixa etária e diferencia o atraso simples de linguagem do Transtorno do Desenvolvimento da Linguagem (TDL/DEL). Trata dos distúrbios adquiridos, entre eles as afasias de causa vascular, tumoral, traumática e demencial, do desdobramento para a dislexia e os transtornos de aprendizagem e dos impactos que o uso excessivo de telas provoca no desenvolvimento infantil.

Trata dos neurocorrelatos funcionais e estruturais da atenção e da memória. Define a atenção como um mecanismo de seleção e modulação de informações e detalha seus tipos, do estado de alerta e vigília à atenção sustentada, seletiva e dividida ou alternada, junto dos mecanismos bottom-up e top-down.

Em seguida, a disciplina integra a atenção à memória e à memória de trabalho, com seu executivo central, sua alça fonológica e seu esboço visuoespacial, e aos diferentes sistemas de memória: a episódica, a semântica, a perceptiva e a de habilidades motoras.

Discute a neurofisiologia dos transtornos mentais e sua importância na formação do neuropsicólogo. Parte dos princípios básicos, como o componente genético, a influência ambiental e o papel do aprendizado, e da neuroanatomia, tratando das funções dos lobos frontais, temporais, parietais e occipitais, da ínsula e do sistema límbico, com a amígdala, o hipocampo, o cíngulo e o hipotálamo, na regulação das emoções, da memória e do comportamento. A disciplina detalha ainda os principais neurotransmissores: dopamina, noradrenalina, serotonina, acetilcolina, histamina, GABA e glutamato.

Sobre essa base, a disciplina percorre as bases biológicas dos principais quadros: as demências, com destaque para a Doença de Alzheimer, a esquizofrenia, os transtornos do humor, os transtornos de ansiedade, entre eles o pânico, o TAG, o TEPT e a ansiedade social, o TOC, o TDAH, os transtornos alimentares e os transtornos relacionados ao uso de substâncias.

Aborda o quadro clínico e os comprometimentos cognitivos e emocionais que acompanham diferentes condições neurológicas em adultos e idosos. Trata do Acidente Vascular Cerebral, isquêmico e hemorrágico, com seus déficits de memória, atenção, linguagem e funções executivas e quadros como negligência, apraxia e agnosia, e segue pelo Traumatismo Cranioencefálico, pela Epilepsia, pela Esclerose Múltipla e pela Doença de Parkinson.

Uma parte central da disciplina se dedica ao envelhecimento e às demências. Trata do declínio cognitivo, do Comprometimento Cognitivo Leve como transição entre a cognição normal e a demência, da Doença de Alzheimer, com seus critérios diagnósticos e o rastreio pelo Mini Exame do Estado Mental, e do conceito de reserva cognitiva, ligado à escolaridade, à ocupação e às atividades de lazer.

Trata do uso de escalas e inventários, um dos quatro pilares da avaliação neuropsicológica, ao lado da entrevista clínica, da observação e dos testes e tarefas. Aborda a fundamentação psicométrica em seus vários aspectos e apresenta também os tipos de diagnóstico em neuropsicologia: o funcional, o topográfico, o nosológico e o ecológico.

A parte aplicada organiza os instrumentos por faixa etária e apresenta escalas específicas, como o IDADI, a Bayley III, o Denver II, o Portage, a ASRS-18 para TDAH, a Vineland, o Questionário de Falhas Cognitivas, a EPF-TDAH, a Bateria Fatorial de Personalidade, a SRS-2 e o Perfil Sensorial, além de escalas geriátricas como o Mini Exame do Estado Mental, a Escala de Depressão Geriátrica, o GAI e o Exame Cognitivo de Addenbrooke.

Situa os transtornos do neurodesenvolvimento como um grupo de condições que se instalam no período do desenvolvimento, com déficits cognitivos e adaptativos e excessos comportamentais que trazem prejuízo funcional, na definição de Mecca, Carreiro e Macedo, de 2022. O Transtorno do Espectro Autista é tratado em profundidade. A disciplina discute sua caracterização, marcada por déficits persistentes de comunicação e interação social e por padrões restritos e repetitivos. Aborda ainda os sinais precoces e preditores, como a atenção compartilhada, a imitação e a brincadeira simbólica, e um amplo repertório de instrumentos: AOSI, M-CHAT-R/F, PROTEA-R, CARS-2, SRS-2, Escala Labirinto, BINAUT, o ADOS-2, considerado padrão ouro, o ADI-R e o SSRS, sem esquecer a avaliação qualitativa do brincar.

O TDAH é trabalhado a partir dos critérios diagnósticos dos manuais internacionais, o DSM-5-TR e a CID-11, e dos principais achados neuropsicológicos, ligados à atenção e às funções executivas, sempre no âmbito do raciocínio clínico e do diagnóstico diferencial. Todo o processo reforça a centralidade da anamnese, além dos erros mais comuns de avaliação e das particularidades da avaliação de pré-escolares, feita brincando e organizada em torno dos cinco domínios do desenvolvimento, com instrumentos como a Bayley III, o IDADI, a Vineland-3, a ABAS-3, o CBCL e o TRIC.

Trata o Transtorno Específico de Aprendizagem como parte dos transtornos do neurodesenvolvimento. Aborda os critérios diagnósticos dos manuais internacionais, o DSM-5-TR e a CID-11, e os principais achados neuropsicológicos associados, nos campos da leitura, da escrita e do raciocínio matemático. A disciplina dá ênfase ao processo de investigação diagnóstica e à abordagem Response to Intervention (RTI) como apoio ao fechamento do diagnóstico.

No bloco de atenção, a disciplina parte da definição do conceito, na linha de William James, apresenta o modelo de redes atencionais e detalha os tipos de atenção: concentrada, seletiva, com seus processos bottom-up e top-down, dividida, alternada e sustentada. O raciocínio clínico ganha forte ênfase, com orientações práticas como avaliar cada processo de forma qualitativa e quantitativa, não avaliar a atenção em um único atendimento e recorrer a mais de um instrumento em sessões diferentes.

No bloco de funções executivas, apresenta os principais modelos teóricos, com destaque para Adele Diamond, de 2013, e para os três componentes centrais da abordagem: o controle inibitório, a memória operacional e a flexibilidade cognitiva. A disciplina detalha ainda instrumentos de avaliação, em especial o Teste Wisconsin de Classificação de Cartas (WCST) e o Teste dos Cinco Dígitos (FDT), com suas etapas e suas instruções de aplicação e correção.

Voltada à testagem neuropsicológica de linguagem e memória, a disciplina aborda as finalidades da testagem e as características de cada teste, ou seja, como se aplica, o que avalia e como se interpreta, além de suas limitações no raciocínio clínico e da importância de instrumentos padronizados e normatizados. Trata também dos tipos de memória.

No plano prático, trabalha instrumentos específicos: o RAVLT, para a memória declarativa episódica, o BAMS, para a memória semântica, o TEM-R-2, para a memória de reconhecimento, e o TEPIC-M-2, para a memória visual de curto prazo, além das tarefas de nomeação BNT-BR, adaptação do Boston Naming Test, e TIN, o Teste Infantil de Nomeação.

Enfoca a aplicação, a correção e a interpretação da Escala Wechsler de Inteligência para Crianças em sua quarta edição (WISC-IV), destinada a crianças e adolescentes de 6 anos a 16 anos e 11 meses. Recupera o histórico das escalas Wechsler, da Wechsler-Bellevue de 1939 à WISC-IV de 2003, apresenta a estrutura em quatro índices, o de Compreensão Verbal, o de Organização Perceptual, o de Memória Operacional e o de Velocidade de Processamento, e percorre os quinze subtestes, sempre reforçando que um escore isolado não fecha diagnóstico.

Na parte técnica, a disciplina detalha as regras de administração, como os itens de entrada por idade, a sequência inversa, as regras de interrupção, o tempo e a pontuação, e a correção passo a passo, que envolve a conversão de pontos brutos em ponderados, o cálculo dos índices e do QI Total, a análise de discrepâncias e a identificação de facilidades e dificuldades. Todo esse trabalho se apoia em protocolos preenchidos e em exercícios.

Dedica-se à aplicação e à correção da Escala de Inteligência Wechsler para Adultos em sua terceira edição (WAIS-III), na adaptação brasileira, voltada à faixa de 17 a 89 anos. O material é sobretudo prático e se concentra no protocolo de registro e na correção passo a passo a partir de casos clínicos reais.

A disciplina percorre os subtestes da WAIS-III, entre eles Vocabulário, Semelhanças, Aritmética, Dígitos, Informação, Compreensão, Sequência de Números e Letras, Completar Figuras, Códigos, Cubos, Raciocínio Matricial, Arranjo de Figuras, Procurar Símbolos e Armar Objetos, sem deixar de fora os procedimentos opcionais e a identificação de facilidades e dificuldades a partir das diferenças em relação à média.

Trata da entrevista clínica inicial e da documentação escrita dos achados na avaliação neuropsicológica infantil. No campo da anamnese, define a entrevista clínica e a classifica quanto à forma e quanto ao objetivo. Enfatiza o raciocínio clínico contínuo, o rapport, o cuidado com vieses e ganhos secundários e as técnicas de condução. A especificidade infantil aparece nos itens próprios da criança: história gestacional e neonatal, desenvolvimento neuropsicomotor, sono, alimentação, história escolar e de alfabetização, observação feita pelos informantes, em geral os pais, e queixas típicas, ligadas a comportamento, fala, aprendizagem e desenvolvimento motor.

Na elaboração de laudos, a disciplina se ancora na Resolução CFP 06/2019. Distingue as modalidades de documento, entre elas a declaração, o atestado, o relatório, o laudo e o parecer, diferencia o laudo do relatório, lembrando que só o laudo produz diagnóstico, e apresenta a estrutura obrigatória do documento: identificação, descrição da demanda, procedimento, análise, conclusão e referências. Trata ainda das regras formais, como a impessoalidade, a guarda por cinco anos, a redação clara e a referência ao paciente pelo nome.

Aborda a anamnese e a elaboração de laudos na avaliação neuropsicológica de adultos, levando em conta os aspectos do desenvolvimento e as normas éticas do CFP. Trabalha os princípios gerais da anamnese e o modo de conduzi-la na prática neuropsicológica.

Na parte de laudos, segue a Resolução CFP 06/2019 no que toca às modalidades de documento, à distinção entre laudo e relatório e à estrutura obrigatória do laudo neuropsicológico do adulto, que reúne identificação, demanda, procedimento, análise, conclusão e referências. Cobre ainda as regras formais de redação, a numeração e a rubrica das laudas e a guarda do documento.

Corresponde à participação passiva do módulo de supervisão. O aluno escuta e observa os casos apresentados pelos colegas nas supervisões telepresenciais, com foco na construção do raciocínio clínico e na articulação entre teoria e prática. É o momento de acompanhar a discussão de casos e as intervenções do supervisor, aprendendo com a experiência dos pares antes e durante a condução do próprio caso.

A supervisão é vivencial e colaborativa. Acontece em encontros quinzenais pelo Google Meet, de cerca de duas horas, com câmera aberta e presença mínima de 75 por cento em cada encontro, e exige participação ativa nas discussões dos colegas.

Reúne as duas primeiras fases sequenciais do módulo prático. Na Fase 1, de Aplicação Supervisionada, com doze semanas, o aluno define o plano de testagem no primeiro encontro e aplica os instrumentos sob direção real do supervisor, apresentando a cada semana seus avanços e ajustes. A avaliação usa até cerca de dez sessões e exige domínio dos manuais dos testes e uma observação comportamental cuidadosa, com envio obrigatório de relatórios semanais.

Na Fase 2, de Laudo Supervisionado, com oito semanas e iniciada após a aprovação na Fase 1, o laudo é elaborado junto com o supervisor, seguindo as normas do CFP na Resolução 06/2019. A avaliação considera a organização e a estrutura do documento, a riqueza de conteúdo e a clareza, o cumprimento dos prazos e a demonstração de raciocínio clínico. A entrega final é impressa, com as laudas rubricadas e a última página assinada e carimbada com o número do CRP.

É o estágio como um todo. Integra as fases anteriores e culmina na Fase 3, de Apresentação Oral do Laudo, no último encontro, em que o aluno apresenta e justifica os testes aplicados, a fundamentação teórica e as conclusões a que chegou. Exige inscrição no CRP e a escolha prévia do nicho de atuação, com crianças e adolescentes ou com adultos e idosos. O aluno prospecta os próprios pacientes ou os recebe por encaminhamento do Programa Social do NEISME, que pratica honorários sociais de até R$40 por sessão, e o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido é obrigatório.

Cada estagiário conduz o atendimento do próprio paciente, registra cada sessão em ata e prontuário na plataforma e é avaliado por assiduidade, qualidade do laudo, entrega regular de relatórios e desenvolvimento do raciocínio clínico. A base ética é central: a integração dos dados e o raciocínio clínico prevalecem sobre os escores, num princípio em que o julgamento clínico é soberano sobre os dados psicométricos. A falta de um único relatório semanal ou a reprovação do laudo final já implica refazer o módulo.


QUEM JÁ FEZ, CONTA


QUEM JÁ FEZ, CONTA

Aprovaram a metodologia

e saíram aplicando

Na minha opinião a equipe é ótima, não deixa a desejar em nada, pois estão sempre prontos para nos atender em todos os quesitos. São atenciosos quando precisamos de algo, compreensivos em relação aos nosso pedidos.


Rafaela Machado

Ate o momento, estou satisfeita com a maioria das aulas sincronas e assincronas, bem como com os materiais disponibilizados. A organização e o conteúdo têm contribuído positivamente para a minha experiência de aprendizado.


Juliana Franco

Satisfeito com a disciplina Aplicação de WAIS, sempre bom ter pessoas qualificadas para falar sobre o assunto. De maneira geral, tenho ficado

bem grato e satisfeito com o conhecimento adquirido nas aulas.


Marlon Túlio



INVESTIMENTO

INVESTIMENTO

Próxima turma

Início: Agosto de 2026 I Encontros ao vivo
Início: 23/08/2026 I Encontros ao vivo e gravados
18 meses I 520 horas

Matrícula: R$ 220 (380)

24x R$ 447 (650)


Condições até dia 10/09


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Perguntas frequentes

Sim. Desde os primeiros encontros você aplica e corrige instrumentos, conduz avaliações completas de casos reais e elabora laudos com feedback individualizado do corpo docente, etapa por etapa.

Sim. A pós-graduação é realizada em parceria com instituição de ensino superior credenciada pelo MEC, com certificação válida em todo o território nacional.

O corpo docente é formado por professores especialistas, mestres, doutores e profissionais com experiência prática em avaliação neuropsicológica, clínica, pesquisa e formação profissional.

Sim. A formação contempla aplicação, correção, interpretação de instrumentos e elaboração de laudos, sempre com orientação docente e foco na prática profissional.

As aulas são ao vivo, transmitidas online — com discussão de caso e dúvida na hora — e ficam gravadas para rever quando precisar.

A pós-graduação possui carga horária completa de 520 horas, distribuída ao longo da formação para contemplar conteúdos teóricos, práticos e supervisão clínica.

A próxima turma começa em agosto de 2026. Os valores estão acima nesta página, outras formas de pagamento e demais condições falee com a gente pelo WhatsApp.

Sim. A pós é destinada a psicólogos com graduação em Psicologia. Também pode atender estudantes em segunda graduação, conforme o caso — na dúvida, fale com a coordenação.

As aulas são ao vivo, transmitidas online, e ficam gravadas para rever quando precisar. Você acompanha de onde estiver, com discussão de caso e dúvida respondida na hora.

A habilitação para o uso de testes psicológicos é do psicólogo inscrito no CRP. A pós aprofunda a aplicação, a correção, a interpretação dos instrumentos e a elaboração do laudo neuropsicológico, com supervisão clínica.

Sim — a prática supervisionada é o eixo do curso, com Supervisão Clínica I, II e III, do primeiro ao último módulo, acompanhando casos reais da avaliação ao laudo.



Onde você vai aprender a aplicar avaliação neuropsicológica com segurança

Como funciona a supervisão clínica na pós em Neuropsicologia


Há quase 19 anos, o NEISME dedica-se à formação de profissionais de saúde. Esta pós-graduação reúne essa experiência, um corpo docente em atuação clínica e de pesquisa, o reconhecimento do MEC e a prática clínica supervisionada — da aplicação de testes ao laudo —, para você conduzir avaliações neuropsicológicas com segurança técnica e raciocínio clínico consistente.


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Janaína Siqueira, diretora do NEISME

DIRETORA e COORDENADORA


PALAVRA DA DIRETORA

Janaína Siqueira

Janaína Siqueira

Janaína Siqueira é psicóloga, doutora em Saúde Brasileira pelo NUPES/UFJF e diretora do NEISME. Atua há anos na formação de profissionais da saúde, com experiência na construção de programas educacionais que integram rigor científico, prática supervisionada e desenvolvimento de competências clínicas.



Janaína Siqueira é psicóloga, doutora em Saúde Brasileira pelo NUPES/UFJF e diretora do NEISME. Atua há anos na formação de profissionais da saúde, com experiência na construção de programas educacionais que integram rigor científico, prática supervisionada e desenvolvimento de competências clínicas.


Sob sua direção, a Pós-graduação em Neuropsicologia é estruturada para proporcionar uma formação sólida e aplicada, unindo conhecimentos atualizados sobre avaliação neuropsicológica, treinamento em instrumentos, análise de casos reais e supervisão especializada. O objetivo é preparar profissionais para realizar avaliações com segurança técnica, raciocínio clínico consistente e atuação fundamentada em evidências científicas.


Pós-Graduação em Neuropsicologia · Reconhecida pelo MEC

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© NEISME. Conteúdo informativo e de formação profissional; não há promessa de cura ou de resultado clínico, profissional ou financeiro.

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