Pós-Graduação reconhecida pelo MEC · 362h · 18 meses · Aulas ao vivo online

Pós-Graduação reconhecida pelo MEC · 362h · 18 meses · Online (ao vivo + gravadas)


Pós-graduação lato sensu reconhecida pelo MEC

Pós-graduação lato sensu reconhecida pelo MEC

Espiritualidade no cuidado, com o rigor da ciência

Integração da Espiritualidade na Prática Clínica

Pós-graduação em Integração da Espiritualidade na Prática Clínica, para profissionais de saúde que querem acolher a dimensão espiritual do paciente com base em evidências, ética e método, com prática clínica supervisionada.

Pós-graduação em Integração da Espiritualidade na Prática Clínica, para profissionais de saúde que querem acolher a dimensão espiritual do paciente com base em evidências, ética e método, com prática clínica supervisionada.

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Prática supervisionada

Próxima turma: agosto/2026

Aulas ao vivo online

362 horas I 18 meses

Coordenação:

Alexander Moreira Almeida



CONVITE DO COORDENADOR


COORDENAÇÃO CIENTÍFICA

Alexander Moreira-Almeida

Alexander Moreira-Almeida

Médico psiquiatra e uma das principais referências mundiais em Espiritualidade e Saúde. Coordena as Seções de Espiritualidade e Psiquiatria das Associações Mundial, Latino-Americana e Brasileira de Psiquiatria, é Professor Associado de Psiquiatria e fundador e diretor do NUPES — Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).


Sob essa coordenação, o currículo é construído com base em evidências, revisão da literatura científica e prática clínica supervisionada, não em opiniões ou crenças pessoais.

Médico psiquiatra e uma das principais referências mundiais em Espiritualidade e Saúde. Coordena as Seções de Espiritualidade e Psiquiatria das Associações Mundial, Latino-Americana e Brasileira de Psiquiatria, é Professor Associado de Psiquiatria e fundador e diretor do NUPES — Núcleo de Pesquisas em Espiritualidade e Saúde da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).


Sob essa coordenação, o currículo é construído com base em evidências, revisão da literatura científica e prática clínica supervisionada, não em opiniões ou crenças pessoais.



POR QUE ESTA PÓS-GRADUAÇÃO


POR QUE ESTA PÓS-GRADUAÇÃO

Diferenciais do curso

Diferenciais do curso

Prática clínica supervisionada


Aplicação real do conteúdo, com acompanhamento e devolutiva de supervisores.

Coordenação de referência mundial


Currículo conduzido por Alexander Moreira-Almeida, pesquisador notório no tema.

Corpo docente de pesquisadores


Docentes nacionais e internacionais com produção científica na área.

Reconhecimento MEC


Pós-graduação lato sensu com validade nacional.

Forma de avaliação


Critérios de avaliação ao longo do curso.

Conclusão e certificação


Requisitos de conclusão e emissão do certificado.

O QUE VOCÊ VAI DESENVOLVER

Competências, não promessas

Competências, não promessas

Avaliação clínica da dimensão espiritual/religiosa — instrumentos e protocolos validados para identificar, de forma ética e não invasiva, quando e como essa dimensão é relevante para o cuidado.

Base em evidências — literatura científica internacional sobre espiritualidade e saúde, desfechos clínicos e enfrentamento (coping) religioso/espiritual.

Conduta ética diante da diversidade de crenças — respeito à autonomia e ao sistema de crenças do paciente, inclusive a não-crença, sem juízo de valor e sem proselitismo.

Prática clínica supervisionada — aplicação do conteúdo em casos reais, com devolutiva de supervisores.

Aprendizado com pesquisadores — aulas com docentes que produzem ciência na área.



DA TEORIA AO CONSULTÓRIO

DA TEORIA AO CONSULTÓRIO

Prática Clínica Supervisionada

Prática Clínica Supervisionada

Você aplica o conteúdo em atendimentos reais, sob supervisão, para desenvolver, com segurança, a competência de abordar a dimensão espiritual/religiosa do paciente sem constrangimento, sem invadir a privacidade e sem extrapolar o papel profissional. É a diferença entre conhecer a teoria e saber conduzir, na prática, uma conversa sobre espiritualidade com critério técnico e ético.

Você aplica o conteúdo em atendimentos reais, sob supervisão, para desenvolver, com segurança, a competência de abordar a dimensão espiritual/religiosa do paciente sem constrangimento, sem invadir a privacidade e sem extrapolar o papel profissional. É a diferença entre conhecer a teoria e saber conduzir, na prática, uma conversa sobre espiritualidade com critério técnico e ético.




QUEM VAI ENSINAR


QUEM VAI ENSINAR

Corpo docente de pesquisadores

Nossos professores: referências nacionais e internacionais

Pesquisadores e clínicos com produção científica reconhecida em espiritualidade e saúde, nacionais e internacionais.
Pesquisadores e clínicos com produção científica reconhecida em espiritualidade e saúde, nacionais e internacionais.

Alexander

Moreira-Almeida


OXFORD/UFJF

Alexander Moreira-Almeida


OXFORD/UFJF

Humberto Schubert

Coelho


OXFORD/UFJF

Humberto Schubert Coelho


OXFORD/UFJF

Marianna de

Abreu Costa


UFRGS

Marianna de Abreu Costa


UFRGS

Pedrita

Reis


UFJF

Pedrita Reis


UFJF

Alexandre de Rezende


UFJF

Fabrício Oliveira


HARVARD/UFMG

Lina Sue


IPQ-HCFMUSP

Miguel Farias


OXFORD

Mateus Donia

Martinez


NORTHAMPTOM/USP

Mateus Donia Martinez


NORTHAMPTOM/USP

Maurício Sperandio


UFPR/SBC

Monalisa Cláudia da Silva


UFJF

Taís

Oliveira


UFJF/UFBA

Taís Oliveira


UFJF/UFBA

Bruno Paz

Mosqueiro


UFSM/UFRGS

Bruno Paz Mosqueiro


UFSM/UFRGS

Victória Régia

Matos


UFC/UFJF

Victória Régia Matos


UFC/UFJF

Ana Rosa

Airão


UNIRIO/FIOCRUZ

Ana Rosa Airão


UNIRIO/FIOCRUZ

Fábio

Nasri


USP

Fábio Nasri


USP

Bruno

Angeli


UFJF

Bruno Angeli


UFJF


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VEJA AS DISCIPLINAS DO CURSO

19 disciplinas em 362 horas — conheça cada uma · Clique no +

Apresenta as definições que fundamentam o campo, apoiada em autores como Moreira-Almeida e Lucchetti e Panzini e Bandeira. Distingue espiritualidade e religiosidade. Um ponto que a disciplina sublinha é a necessidade de separar a R/E de variáveis de saúde mental como o bem-estar e a felicidade.

A segunda parte introduz o Coping Religioso e Espiritual (CRE), o conjunto de estratégias que a pessoa mobiliza para lidar com situações estressantes. A disciplina distingue o CRE positivo do CRE negativo e apresenta os quatro estilos descritos por Pargament: autodireção, delegação, colaboração e súplica.

Aula inaugural de recorte histórico e epistemológico, dedicada a desmontar o mito de que ciência e religião estariam em conflito. O roteiro de estudo articula a conferência “Explorando a Natureza das Experiências Espirituais” a dois artigos centrais, “Mitos e verdades em ciência e religião”, de Numbers, e “Panorama das pesquisas em ciência, saúde e espiritualidade”, de Moreira-Almeida e Lucchetti. Somam-se a eles o posicionamento da Associação Mundial de Psiquiatria e a discussão sobre o chamado “desencantamento do mundo”.

Estuda a interface entre cardiologia, saúde mental e espiritualidade pela ótica da Medicina Baseada em Evidências, ao longo de oito aulas. O percurso vai do coração para além da bomba ao sistema cardiovascular e à doença, passa pela hierarquia de evidências e pela diferença entre causalidade e correlação, e chega à relação entre emoções, estresse e coração. Discute ainda a espiritualidade e os desfechos cardiovasculares.

O encontro síncrono recorre a metodologias ativas, como o PBL e a discussão de casos, e a ferramentas de anamnese espiritual como o FICA. O trabalho se apoia nas diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia e em Koenig, com ênfase numa atuação integrada, ética e baseada em evidências, que se mantenha longe do pensamento mágico.

Aprofunda o Coping Religioso e Espiritual a partir da obra de Pargament. Retoma a definição e os quatro estilos, autodireção, delegação, colaboração e súplica, e detalha o CRE positivo, que aparece em práticas como a oração, o perdão e a colaboração com Deus, e o CRE negativo, presente quando a dificuldade é interpretada como punição divina.

Trata também das chamadas lutas espirituais, descritas por Pargament e Exline, e de temas próximos, como as experiências espirituais, a EQM e o papel do CRE no envelhecimento saudável.

No campo da Psicologia Positiva, a disciplina distingue a PP 1.0, ligada a Seligman e ao modelo PERMA, da PP 2.0, proposta por Paul Wong em torno da tensão entre a busca por felicidade e a busca por significado. Trabalha ainda o conceito de Desamparo Aprendido como hipótese explicativa no modelo da depressão.

Na Terapia Focada na Compaixão, apresenta os três sistemas de regulação emocional, o de ameaça, associado ao vermelho, o de realização, ao azul, e o de acalmia e compaixão, ao verde, e destaca a importância de ativar o Sistema Verde, a chamada Flor da Compaixão. O conteúdo inclui a aplicação de um protocolo da TFC no TEPT, com foco em vergonha, culpa e autocrítica.

Ensina o clínico a compor uma formulação de caso que integre as dimensões biológica, psicológica, social e espiritual e chegue a um plano de tratamento e a uma proposta de intervenção. O trabalho se organiza em torno do Formulário BPSE e percorre um amplo conjunto de temas: conceitos e história da R/E, epidemiologia na linha de Koenig e aspectos éticos. Inclui ainda a anamnese espiritual pelo método FICA, o coping religioso e espiritual, o diagnóstico diferencial, as experiências anômalas, a transferência e a contratransferência e a psiquiatria positiva.

Discute a relação entre mente e cérebro a partir de suas duas principais visões, a materialista e a não-materialista, ou dualista. O material articula conferências, como “A mente além do cérebro” e “Ciência da vida após a morte”, a artigos que confrontam as posições em jogo, entre eles textos de Moreira-Almeida, de Saulo de Araújo sobre o “eterno retorno do materialismo” e de Stevenson, além do livro “Ciência da Vida após a Morte”.

Aborda as Experiências de Quase Morte a partir da literatura clínica. O texto-base do acervo é o artigo “Experiências de quase-morte: implicações clínicas”, de Bruce Greyson, que define a EQM e descreve suas características mais comuns.

A disciplina discute as explicações já propostas para o fenômeno, da expectativa aos gases sanguíneos e aos modelos neuroquímicos, e detalha três implicações clínicas: mudanças duradouras em crenças e valores, o risco de confundir a experiência com quadros psicopatológicos e o desafio que a lucidez em meio a grave comprometimento cerebral impõe aos modelos de consciência.

Ensina a distinguir as experiências espirituais e religiosas não patológicas dos transtornos mentais que trazem conteúdo R/E, evitando dois erros opostos. O material central é o capítulo “Differentiating spiritual experiences from mental disorders”, que discute a alta prevalência de experiências psicóticas na população geral, propõe critérios de diferenciação, apresenta a TCC adaptada à religião e analisa casos como o da possessão não patológica frente ao transtorno dissociativo nas religiões afro-brasileiras.

Percorre a relação histórica entre medicina, filosofia e psicologia, lembrando que a psicologia nasceu como disciplina filosófica, e insiste na importância de definir conceitos-chave como saúde, bem-estar, espiritualidade, felicidade e vida. Recupera a história da ciência moderna, de Bacon a Descartes e Laplace, e discute a crítica à visão mecanicista da natureza, contrapondo Kant e Goethe e trazendo o organicismo, a fenomenologia e o Romantismo. A avaliação consiste em um ensaio sobre questões ético-morais, guiado por perguntas como “Moral é subjetiva?”, “O que é felicidade?” e “O que é essencial e o que é acessório na espiritualidade?”.

Ensina a integrar a R/E do paciente à Terapia Cognitivo-Comportamental, partindo de um princípio caro a Propst e Rosmarin: o terapeuta não precisa compartilhar a crença do paciente para trabalhar com ela. A disciplina detalha o processo de avaliação em quatro passos proposto por Rosmarin. Em seguida, aprofunda as intervenções comportamentais e as intervenções cognitivas. As referências centrais são Costa e Moreira-Almeida, Rosmarin, Pearce e Pargament e Exline.

Trata da relação entre R/E e saúde na população idosa, num cenário de rápido envelhecimento populacional. Com base no capítulo de Lucchetti, Vitorino, Nasri e Lucchetti, sintetiza as evidências de uma influência em geral positiva da R/E. Discute também o maior envolvimento religioso dos idosos.

A disciplina discute os mecanismos que podem explicar essa relação, do suporte social e dos comportamentos de saúde ao cortisol e aos marcadores inflamatórios, sem ignorar o papel negativo dos conflitos religiosos. Aponta as implicações clínicas para geriatras e gerontólogos, com o apoio da revisão global de Zimmer e colaboradores, de 2016.

Examina a meditação por uma perspectiva organizada em torno de quatro perguntas: o que se entende por meditação, quais as variedades de técnicas, quem as desenvolveu e com que objetivos, e quão eficazes elas são. Propõe uma leitura crítica do mindfulness, tradução moderna do termo sânscrito sati popularizada por Kabat-Zinn, e recupera a crítica de Robert Sharf à figura do “Buda Cientista”.

A disciplina apresenta as técnicas meditativas, entre elas as calmantes, as extáticas, as de visualização, as intelectuais e as de recitação. Também chama atenção para os efeitos adversos da meditação, com prevalência de ao menos cerca de 8 por cento, e para as evidências moderadas de melhora em ansiedade, depressão e dor.

Aborda a psicologia analítica de Jung e sua relação com a R/E. Percorre o modelo e a dinâmica da psique e conceitos centrais como o arquétipo e o inconsciente coletivo, o complexo, a persona e a sombra, a anima e o animus e o Si-mesmo, ou Self, no processo de individuação.

A disciplina trata ainda do conceito de sincronicidade, essa conexão acausal entre eventos unidos por um significado simbólico, e de sua possível leitura como experiência espiritual, com apoio em Jung, Nise da Silveira e Von Franz.

Apresenta os Cuidados Paliativos como uma abordagem voltada à qualidade de vida de pacientes com doenças que ameaçam a vida e de suas famílias, na qual a espiritualidade e o cuidado espiritual são parte inerente do trabalho. A disciplina cobre os conceitos de Cuidados Paliativos e de terminalidade, o modelo de Dor Total e o Biopsicossocioespiritual, e apresenta as Experiências de Final de Vida (EFV) em suas definições, em seu histórico de pesquisas e em suas implicações para a relação entre mente e cérebro.

Um ponto que a disciplina enfatiza é que as EFV se distinguem, do ponto de vista fenomenológico, das alucinações induzidas por doença ou por opioides, já que costumam ser vívidas, significativas e confortadoras. O manejo clínico é ensinado nessa chave: abrir espaço para o paciente falar, validar e normalizar a experiência, escutar com empatia e presença e deixar que o próprio paciente a interprete, sem patologizá-la.

Relaciona a R/E ao uso e à dependência de substâncias. Explica a ação das drogas no sistema nervoso central e trata do circuito de recompensa e da dopamina, da tolerância e da abstinência, além do panorama epidemiológico traçado pelo Relatório Mundial sobre Drogas e pelo III LNUD. A disciplina revisa também as evidências reunidas por Koenig, King e Carson, que apontam menor uso e abuso entre pessoas mais religiosas ou espiritualizadas.

Na aplicação clínica, a disciplina segue o modelo de integração: a coleta da história espiritual pelo FICA, o incentivo ao coping religioso positivo com o Brief RCOPE, os grupos de mútua ajuda, como AA e NA e os doze passos, as comunidades terapêuticas e a TCC adaptada à religião. O conteúdo inclui ainda dados do próprio autor sobre dependentes de crack.

Percorre os conceitos psicanalíticos e sua relação com a espiritualidade em dez blocos, que vão dos conceitos fundamentais e da psicanálise contemporânea a Freud, Ana-Maria Rizzuto, Winnicott, os modelos psicanalíticos, Bion e autores contemporâneos como James Lomax. O material de apoio é a “Clinical Case Conference” de Lomax, que discute os momentos sagrados, ou sacred moments, na psicoterapia a partir de um caso tido como experiência paranormal. A proposta é que o clínico se mantenha aberto a experiências anômalas para construir, com o paciente, significados que promovam saúde e crescimento.

Aborda as Intervenções Espirituais e Religiosas (IER) como recurso terapêutico complementar. Situa a conexão entre R/E e prática clínica. A disciplina apresenta ainda as evidências científicas sobre a eficácia das IER em depressão, ansiedade, qualidade de vida, dor e pacientes oncológicos, com base nas revisões e meta-análises de Gonçalves, Lucchetti e Vallada.

Trata também dos modelos de abordagem e do papel do capelão hospitalar, das diretrizes para a construção de protocolos de pesquisa e, no material dedicado à Pediatria, de temas como a espiritualidade na infância e na adolescência, a esperança, o sentido de vida e a compassividade e a contemplação.

É o componente prático e supervisionado da pós. Capacita o aluno a coletar a história de saúde do paciente aplicando o Formulário BPSE (Biopsicossocioespiritual) na prática clínica, em pelo menos uma entrevista. A avaliação se organiza em cinco momentos: a entrevista, ou as entrevistas, com o paciente, cobrindo os quatro aspectos da saúde; o preenchimento do formulário BPSE; o envio do material escrito aos professores; a apresentação do caso em supervisão, com slides, reservando dez minutos para o caso, dez para a proposta de intervenção e vinte para a discussão; e, por fim, a correção e o reenvio depois das sugestões.

Como base científica preparatória, a disciplina se articula a “Evidências Científicas em Espiritualidade e Saúde”, que percorre o histórico das pesquisas e as mudanças de perspectiva ao longo dos séculos XX e XXI, as definições e dimensões da R/E, o Handbook de Koenig, os estudos sobre depressão e internação, a neuroplasticidade e as implicações para a prática clínica. A supervisão acontece em grupos por turma, com material de apoio disponível na plataforma do NEISME.


QUEM JÁ FEZ, CONTA


QUEM JÁ FEZ, CONTA

A experiência de quem passou por aqui

Uma pós com professores de excelência. Tive muitas intercorrências durante o curso, que me prejudicou bastante nos estudos. Portanto estou revendo as gravações sempre que tenho um tempinho. Parabéns a todos pelo comprometimento, ética e saber.


Lourdes Medeiros

Gratidão à equipe NEISME, aos amigos de caminhada e à Prof.ª Lina Sue por tantos ensinamentos. Aprendi que ouvir o silêncio e olhar para o invisível também fazem parte do cuidado. Antes de cuidar do outro, é preciso cuidar de si. Agradeço todos os dias por tudo.


Antonieta Antunes

Estou escrevendo para deixar um elogio e agradecimento por termos tido a oportunidade de ouvir o Bruno A Faez sobre EQM. Ele acrescentou muito com seus conhecimentos e nos incentivou para o estudo. Parabéns e muito obrigada pela oportunidade!


Márcia Kii



INVESTIMENTO

Próxima turma

Início: 23/08/2026 I Encontros ao vivo e gravados
Início: 23/08/2026 I Encontros ao vivo e gravados
18 meses I 362 horas

Matrícula: R$ 220,00 (380)

24 x R$ 507/mês (R$ 675)


Condições até 10/09

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Perguntas frequentes

Não. A pós-graduação aborda a espiritualidade e a religiosidade sob uma perspectiva científica, ética e baseada em evidências. O foco está na prática clínica e no cuidado em saúde, respeitando todas as crenças — inclusive a não crença.

Não. O objetivo é capacitar profissionais para compreender e integrar aspectos espirituais e religiosos quando forem relevantes para o paciente, sempre de forma ética e baseada em evidências.

Sim. O curso é oferecido em parceria com uma instituição de ensino superior credenciada pelo MEC, garantindo certificação válida em todo o território nacional.

A formação possui 362 horas, com encontros mensais ao vivo e acesso às gravações para revisão dos conteúdos.

Psicólogos, médicos, psiquiatras e demais profissionais da saúde interessados na interface entre espiritualidade, religiosidade e saúde.

Não. O curso é aberto a pessoas de diferentes crenças, tradições religiosas ou sem religião.

As informações valores podem ser consultadas acima nesta página, outras formas de pagamento,condições especiais e datas podem ser consultadas diretamente com nossa equipe pelo botão de inscrição desta página.



Uma formação consolidada, com a coordenação que faz a diferença

Uma formação consolidada, com a coordenação que faz a diferença

Há quase 19 anos, o NEISME dedica-se à formação de profissionais de saúde. Esta pós-graduação reúne essa experiência, a coordenação científica de uma referência mundial em Espiritualidade e Saúde, o reconhecimento do MEC e a prática clínica supervisionada, para você abordar a dimensão espiritual/religiosa dos seus pacientes com o preparo técnico e ético que ela exige.

Há quase 19 anos, o NEISME dedica-se à formação de profissionais de saúde. Esta pós-graduação reúne essa experiência, a coordenação científica de uma referência mundial em Espiritualidade e Saúde, o reconhecimento do MEC e a prática clínica supervisionada, para você abordar a dimensão espiritual/religiosa dos seus pacientes com o preparo técnico e ético que ela exige.


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Pós-Graduação em Integração da Espiritualidade na Prática Clínica · Reconhecida pelo MEC

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© NEISME. Conteúdo informativo e de formação profissional; não há promessa de cura ou de resultado clínico, profissional ou financeiro.

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